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Piauí impulsiona inovação com investimento recorde Em ciência e tecnologia

https://www.pi.gov.br/author/cristiane-araujo/
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O Piauí apresentou, em um evento recente no Palácio de Karnak, indicadores da educação pública estadual que revelam um marco histórico em seu desenvolvimento. A gestão atual consolidou o que classifica como o maior aporte em ciência, tecnologia e inovação (CT&I) de sua história. Liderado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi), o balanço demonstra um crescimento expressivo no fomento acadêmico e no suporte ao setor produtivo. Este avanço estratégico visa transformar a matriz econômica do estado, impulsionando a qualificação profissional e a atração de investimentos. Os números apresentados sinalizam uma mudança de patamar no financiamento à pesquisa e ao empreendedorismo tecnológico, com reflexos diretos no futuro socioeconômico piauiense, buscando consolidar o estado como um polo de conhecimento e desenvolvimento.

A expansão sem precedentes do fomento acadêmico no Piauí

Nos últimos quatro anos, o Piauí testemunhou um salto notável no apoio à pós-graduação, consolidando uma política de investimento robusta na formação de capital humano qualificado. Entre 2022 e 2025, o número de bolsas de mestrado e doutorado custeadas exclusivamente pelo Tesouro Estadual mais que triplicou, passando de 173 para 485. Este crescimento quantitativo foi acompanhado por um aporte financeiro significativo, com o investimento direto do estado em pós-graduação subindo de R$ 3,8 milhões para R$ 10,9 milhões anuais. Tais cifras demonstram o compromisso em fortalecer a base científica local e incentivar a permanência de pesquisadores no estado.

Cooperação estratégica e fortalecimento da pesquisa

Além do investimento próprio, o esforço de cooperação federal foi intensificado, ampliando as oportunidades para os pesquisadores piauienses. As bolsas de pós-graduação ofertadas em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) também registraram aumento expressivo. O número dessas bolsas passou de 68 em 2022 para 105 em 2025. Consequentemente, o aporte financeiro conjunto nessas modalidades de parceria saltou de R$ 3,4 milhões para R$ 6,4 milhões anuais. Segundo o presidente da Fapepi, João Xavier, a diretriz do governador Rafael Fonteles para investir nos cursos de pós-graduação baseia-se na compreensão de que é ali que reside a maior inteligência instalada no estado. “O reflexo disso virá na melhoria das notas dos cursos e na interação com o setor produtivo”, pontuou Xavier, destacando a visão estratégica de que a qualificação acadêmica se traduzirá em avanços práticos para a sociedade e a economia local.

Inovação e o suporte estratégico ao setor produtivo

A estratégia de fomento do Piauí vai além do ambiente acadêmico, estendendo-se vigorosamente ao setor produtivo, com um foco particular em inovação e empreendedorismo. O relatório recente evidencia que o apoio a empresas e startups registrou o crescimento mais acentuado, impulsionado por parcerias estratégicas com instituições renomadas como Finep, Sebrae e CNPq. Este suporte multifacetado é crucial para a transformação econômica do estado.

Impulso ao empreendedorismo tecnológico e parcerias

Programas de destaque, como Tecnova, Centelha e Inova Cerrado, foram fundamentais para catalisar esse avanço. O número de empresas assistidas por essas iniciativas saltou de 33 em 2022 para 150 em 2025, um indicativo da crescente vitalidade do ecossistema de inovação piauiense. Em termos financeiros, o investimento direto nessa frente de apoio ao empreendedorismo tecnológico aumentou de R$ 3,6 milhões para R$ 16,9 milhões. Entre 2023 e 2025, o investimento conjunto em programas estratégicos de inovação totalizou R$ 21,7 milhões, beneficiando diretamente 214 empresas. Este aporte não apenas financia projetos, mas também promove a capacitação e a inserção de novas tecnologias no mercado.

Os Acordos de Cooperação Técnica (ACTs), focados em áreas estratégicas como Bioeconomia, GovTech e Saúde, também apresentaram uma expansão significativa. De apenas quatro acordos vigentes em 2022, o estado passou para 22 em 2025, totalizando R$ 17 milhões investidos em pesquisas aplicadas. Esses acordos mobilizam 224 professores de instituições de ensino e pesquisa renomadas, como a Universidade Federal do Piauí (UFPI), a Universidade Estadual do Piauí (Uespi), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Universidade Federal do Delta do Parnaíba (UFDPAr), conectando a produção de conhecimento às demandas reais da sociedade.

Durante a apresentação dos indicadores, o governador Rafael Fonteles enfatizou a importância do fortalecimento do ensino superior como uma salvaguarda contra a obsolescência tecnológica. Alertou que as universidades precisam acelerar sua abertura para o mercado de trabalho, sob pena de se tornarem irrelevantes com o avanço da inteligência artificial. Ele citou o programa “Mais Formação, Mais Renda” como parte da estratégia para conectar o conhecimento acadêmico à empregabilidade, garantindo que a educação superior esteja alinhada com as necessidades do mercado e as transformações tecnológicas.

Piauí: um polo de inovação e desenvolvimento

Os resultados apresentados consolidam uma nova fase no desenvolvimento do Piauí, onde a ciência e a inovação deixam de ser um esforço restrito ao ambiente universitário para se tornarem um motor essencial da economia e da transformação social. Ao triplicar o investimento em bolsas de estudo e expandir significativamente o apoio a startups e empresas de base tecnológica, o estado busca frear a “fuga de cérebros”, convertendo pesquisas e descobertas em soluções práticas para setores vitais como o agronegócio e a saúde.

O recorde de recursos alocados em Ciência, Tecnologia e Inovação sinaliza uma aposta estratégica na qualificação da mão de obra e na atração de empresas de alta tecnologia, modernizando a gestão pública e privada. Para o Piauí, o sucesso dessa estratégia representa uma transição de um modelo econômico primariamente exportador de matérias-primas para o status de um polo de inovação, assegurando sua relevância em um mercado global cada vez mais dominado pela automação e pelo conhecimento. Este movimento audacioso posiciona o estado na vanguarda do desenvolvimento sustentável e tecnológico do Nordeste brasileiro.

FAQ

Qual o principal objetivo do investimento em ciência e tecnologia no Piauí?
O principal objetivo é transformar o Piauí em um polo de inovação, impulsionando a qualificação profissional, a atração de investimentos em tecnologia, o combate à “fuga de cérebros” e a modernização da economia, passando de um modelo de exportador de matérias-primas para um centro de conhecimento.

Como o governo do Piauí tem impulsionado a inovação além do ambiente acadêmico?
O governo tem intensificado o apoio a empresas e startups por meio de programas como Tecnova, Centelha e Inova Cerrado, em parceria com instituições como Finep, Sebrae e CNPq. Houve um crescimento significativo no número de empresas assistidas e no investimento nessa frente, além da expansão dos Acordos de Cooperação Técnica (ACTs) em áreas estratégicas.

Qual o papel da inteligência artificial no futuro do ensino superior e mercado de trabalho, segundo o governador?
Segundo o governador Rafael Fonteles, a inteligência artificial impõe a necessidade urgente de as universidades se abrirem para o mercado de trabalho. Ele alerta que, caso contrário, as instituições de ensino superior correm o risco de se tornarem irrelevantes. O programa “Mais Formação, Mais Renda” é parte dessa estratégia de conexão entre academia e empregabilidade.

Para saber mais sobre as oportunidades e programas de fomento à pesquisa e inovação no Piauí, explore os canais oficiais da Fapepi e acompanhe as próximas iniciativas.

Fonte: https://www.pi.gov.br

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